Goldman Sachs revisa projeções para Vale, destacando avanços em cobre, mas espera queda nos preços do minério de ferro e impacto no Ebitda até 2028. Cobre não faz milagre: Goldman corta preço-alvo da Vale e contraria otimismo de BTG e Itaú BBA. O Goldman Sachs reafirmou recomendação neutra para as ADRs da Vale (VALE), mas reduziu o preço-alvo de 12 meses de US$ 16 para US$ 15 por ação, após revisar suas projeções para a mineradora. Apesar de avaliar positivamente os avanços recentes dos projetos de cobre da Vale Base Metals, o banco acredita que eles ainda não são suficientes para compensar a pressão provocada pela queda esperada dos preços do minério de ferro. A avaliação contrasta com as do BTG Pactual e Itaú BBA, que reforçaram suas recomendações positivas para a mineradora, destacando o potencial de valorização das ações, a disciplina na alocação de capital e o avanço dos projetos de cobre. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.