Arena Defesa Civil da Marcha dos Municípios debateu prevenção de desastres, falta de estrutura nas cidades e impactos das mudanças climáticas. Mais de 1,2 mil municípios ainda não possuem Defesa Civil estruturada, aponta CNM durante evento em Brasília. A redução dos riscos de desastres climáticos e a necessidade de ampliar a capacidade de resposta dos municípios dominaram os debates da Arena Defesa Civil durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, nesta segunda-feira (18). O espaço reuniu gestores públicos, especialistas e representantes de órgãos federais para discutir prevenção, planejamento urbano e ações emergenciais diante do aumento de enchentes, deslizamentos e eventos extremos no país. Durante a abertura do painel “Redução do Risco de Desastres nos Municípios: Plano de Contingência e Tecnologias Aplicadas”, a representante da Defesa Civil da Confederação Nacional de Municípios, Ingrid Lima, afirmou que grande parte das cidades brasileiras ainda enfrenta fragilidade estrutural para lidar com emergências climáticas. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.