TSE amplia preparação para enfrentar desinformação, deepfakes e IA nas eleições de 2026. Presidente do TSE e especialistas alertam para riscos do uso de vídeos, imagens e inteligência artificial em pesquisas eleitorais. O avanço do uso de vídeos, imagens e conteúdos produzidos por inteligência artificial em pesquisas eleitorais começou a gerar preocupação entre especialistas em direito eleitoral, ciência política e tecnologia. O debate ganhou força diante da possibilidade de institutos utilizarem estímulos audiovisuais durante entrevistas com eleitores, prática que pode ultrapassar os limites da aferição de opinião e se aproximar de mecanismos indiretos de influência política. O debate sobre os limites entre pesquisa eleitoral e influência política voltou ao centro das discussões após a divulgação de um áudio envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro em conversas relacionadas ao filme “Dark house”. Em meio à repercussão do caso, a primeira pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada após o episódio apontou queda de seis pontos percentuais nas intenções de voto do parlamentar. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.