CNJ suspende falência do Banco Santos e afasta administrador judicial
Espólio do banqueiro Edemar Cid Ferreira pediu afastamento do responsável pelo caso, que afirma aguardar acesso aos autos. Segundo o ministro, a determinação se dá para proteger o patrimônio da massa falida contra possíveis danos pela quebra de confiança e moralidade da gestão. O magistrado responsável pelo caso na Justiça de São Paulo também deverá prestar esclarecimentos sobre as falhas apontadas. "Permitir a continuidade da marcha processual sob a batuta de uma gestão sobre a qual pesam indícios robustos de opacidade, favorecimento familiar e quebra do dever de fiscalização geraria prejuízos de impossível reversão", disse. A decisão levou ao afastamento de mais de 30 pessoas que compõem a equipe da ADJUD Administradores Judiciais, empresa responsável pela massa falida do banco. Consultado, Aguiar preferiu não comentar sobre a decisão do CNJ. Disse apenas que o processo corre em segredo de Justiça, que a ADJUD sequer foi citada e que ele aguarda sua habilitação no caso para ter acesso aos autos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo