Vítimas de 14 anos estudavam na mesma turma dos agressores, na rede municipal de Cabo de Santo Agostinho. Os investigados e as duas vítimas estudavam na mesma turma da escola, que integra a rede pública do município. As adolescentes foram violentadas em datas distintas, em 4 de julho e 3 de agosto. O caso segue sob sigilo. A Polícia Civil afirmou que os adolescentes foram encaminhados para a Uniai, que é a Unidade de Atendimento Inicial, e "seguem à disposição do Ministério Público de Pernambuco". A Uniai faz parte da Secretaria da Criança e da Juventude e está subordinada à Funase (Fundação de Atendimento Socioeducativo), antiga Febem e Fundac. Procurado nesta terça-feira (18), o Ministério Público disse em nota que não irá divulgar "quaisquer atos judiciais relativos à prática de ato infracional em razão de vedação legal expressa" e citou trechos do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990) e da Lei do Sinase (Lei 12.594/2012). No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.