Setor investe em novas linhas de produto para reconquistar espaço perdido para as pedras cultivadas em laboratório. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens 100 MELHORES RESTAURANTES VINHOS TURISMO RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual A brilhante disputa entre diamantes naturais e sintéticos Setor investe em novas linhas de produto para reconquistar espaço perdido para as pedras cultivadas em laboratório Diamantes brutos recém-extraídos ainda cobertos de terra, antes do processo de lapidação (Divulgação). A indústria global de diamantes vive uma disputa que ganhou força nos últimos cinco anos e ainda não tem um vencedor definido. De um lado estão as pedras extraídas da terra, formadas ao longo de bilhões de anos sob pressão e calor extremos. Do outro, os diamantes sintéticos, produzidos em laboratório em poucos dias e vendidos por uma fração do preço. Essa disputa reorganizou preços, margens e discursos de marca em todo o setor. Diante do avanço dos sintéticos, executivos da De Beers, controlada pela britânica Anglo American e com participação de 15% do governo de Botsuana, passaram a se reunir com associações do setor, governos africanos e redes varejistas como a Signet Jewelers, dona das marcas Jared, Kay e Zales, em busca de uma narrativa capaz de diferenciar as pedras minadas das sintéticas, hoje chamadas pelo mercado de "naturais" para reforçar a origem geológica do produto. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.