Pela primeira vez, cientistas viram em tempo real neutrófilos liberando dopamina e adrenalina como neurônios. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Medicina e Saúde Cientistas veem em tempo real como o sistema imune ‘fala’ como o cérebro As células de defesa do sangue produzem, armazenam e liberam dopamina e adrenalina – exatamente como neurônios fazem Layse Ventura 04/07/2026 19:47 Ilustração de um neutrófilo (roxo) liberando catecolaminas (laranja) em resposta à inflamação, ativando plaquetas vizinhas através de mecanismos análogos aos das sinapses cerebrais. - Layse Ventura via Gemini / Olhar Digital Compartilhe: Quando o corpo detecta uma infecção, as primeiras células a chegar ao local são os neutrófilos – os glóbulos brancos mais comuns no sangue humano. Por décadas, a ciência os enxergou como soldados simples: rápidos, agressivos e sem sofisticação química. Um estudo publicado na revista Advanced Science derruba essa visão. Pesquisadores das universidades de Münster e Bochum, na Alemanha, descobriram que os neutrófilos possuem a mesma maquinaria química dos neurônios – e que usam dopamina, adrenalina e noradrenalina para se comunicar durante uma inflamação. Dopamina, adrenalina e noradrenalina pertencem a uma família de substâncias chamadas catecolaminas. São amplamente conhecidas como neurotransmissores – moléculas que os neurônios usam para se comunicar no cérebro e no sistema nervoso. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.