Cientistas recriam “mini Big Bang” em experimento no CERN
Físicos recriam um “mini Big Bang” com núcleos menores e usam as partículas da colisão para investigar o Universo primordial. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Monte sua trilha Jogos Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Monte sua trilha Jogos Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Astronomia Ciência e Espaço Cientistas recriam “mini Big Bang” em experimento no CERN Físicos recriam um “mini Big Bang” com núcleos menores e usam as partículas da colisão para investigar o Universo primordial Valdir Antonelli 24/08/2026 12:17 Prefira o OD no Google Colisões com oxigênio e neônio produzem plasma de quarks e glúons no CERN e ajudam a revelar a estrutura dos núcleos atômicos. - Imagem: Naeblys / iStock Compartilhe: Prefira o OD no Google Pesquisadores do Niels Bohr Institute e da colaboração ALICE conseguiram reproduzir uma forma de matéria que existiu nos primeiros instantes do Universo. Para isso, fizeram núcleos de oxigênio-16 e neônio-20 colidirem quase à velocidade da luz. O experimento produziu plasma de quarks e glúons, considerado a forma mais antiga de matéria do Universo. O estudo também mostrou que núcleos bem menores que o chumbo podem gerar esse estado extremo. A colisão acontece no CERN, na Suíça. Quando os núcleos se chocam em velocidades próximas à da luz, seus componentes formam uma pequena gota de plasma de quarks e glúons. Ela dura uma fração de segundo antes de se expandir. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital