Pesquisadores da Universidade de Maryland mostram que água do degelo enfraquece barreira fria oceânica. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Clima Cientistas identificam acelerador oculto no derretimento do gelo na Antártida Pesquisadores da Universidade de Maryland mostram que água do degelo enfraquece barreira fria oceânica Lucas Soares 15/05/2026 18:51 Abaixo da espessa camada de gelo da Antártida, há um continente rochoso com montanhas e cânions. (Imagem: Nancy Pauwels / Shutterstock) Compartilhe: O derretimento das plataformas de gelo da Antártida não apenas eleva o nível do mar, mas também altera a circulação oceânica de forma a acelerar ainda mais o próprio derretimento. É o que aponta um novo estudo publicado na Nature Geoscience pela cientista Madeleine Youngs, da Universidade de Maryland. A descoberta sugere que os alertas sobre a elevação do nível do mar podem ser conservadores, pois os modelos atuais ignoram esse ciclo de retroalimentação. A chave do processo está na temperatura e densidade da água. Naturalmente, a água fria e densa afunda e forma uma barreira próxima ao fundo do oceano, impedindo que correntes profundas e mais quentes atinjam a base das plataformas de gelo. Quando a água do degelo — doce e mais leve — entra no oceano, ela dilui e enfraquece essa barreira fria. Com a barreira rompida, a água quente consegue chegar ao gelo e derretê-lo por baixo. Mais derretimento gera mais água doce, que enfraquece ainda mais a barreira, em um ciclo que se retroalimenta. “É um ciclo de retroalimentação positiva, onde mais derretimento leva a água mais quente chegando ao gelo, o que causa ainda mais derretimento”, explicou Youngs. “Se continuarmos agindo como de costume, é bem possível que alcancemos o ponto de inflexão climático mais cedo do que imaginamos.”. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.