Técnica que revolucionou a ciência pode estar superestimando idade de pinturas pré-históricas, segundo o pesquisador Georges Sauvet. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Cientista aponta falha que pode mudar o que sabemos sobre arte rupestre Técnica que revolucionou a ciência pode estar superestimando idade de pinturas pré-históricas, segundo o pesquisador Georges Sauvet Pedro Spadoni 25/05/2026 10:17 O que sabemos sobre pinturas rupestres pode estar errado - Imagem: Sava Senemty/Shutterstock Compartilhe: Uma técnica científica que revolucionou a cronologia da arte pré-histórica pode estar superestimando sistematicamente a idade de pinturas rupestres pelo mundo. O alerta foi feito pelo pesquisador francês Georges Sauvet, que questiona a precisão de estimativas recentes, como a de um estêncil de mão na Indonésia anunciado como uma obra de 67.800 anos. A contestação gira em torno do método de datação por urânio-tório (U-Th), frequentemente utilizado quando as pinturas não contêm elementos orgânicos passíveis de análise por radiocarbono. Segundo os críticos, o desgaste provocado por águas da chuva e subterrâneas transforma a calcita sobre a arte num sistema aberto, lavando o urânio e gerando resultados artificialmente mais antigos, o que pode distorcer a compreensão sobre a evolução da inteligência de hominídeos ancestrais. O método U-Th funciona a partir da água que escorre pelas cavernas, depositando calcita e aprisionando pequenas quantidades de urânio-234, elemento que se transforma em tório-230 ao longo de milhares de anos. Para que o cálculo da idade seja exato, assume-se que nada foi adicionado ou removido do depósito mineral desde a sua formação primária. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.