Lixo, umidade e abrigo favorecem a proliferação desses animais. Nenhum desses bichos nasceu para ser vilão, mas como nós vivemos muito perto deles, acabamos contraindo doenças com esse contato. Não é intencional, mas acontece. Isso porque as grandes cidades oferecem alimento, abrigo quente e quase nenhum predador natural para eles. para eles: há fartura de lixo, abrigo quente e quase nenhum predador natural. Quando eles se multiplicam rápido demais, deixam de ser só vizinhos discretos e passam a ameaçar a nossa saúde e as nossas casas. É por isso chamados de pragas urbanas. BARATAS Elas já existiam antes dos dinossauros. As duas espécies mais comuns nas cidades são diferentes. Uma é menor e costuma viver escondida em frestas. A outra é maior e pode entrar nas casas voando ou pelos ralos. As baratas preferem lugares quentes e úmidos e podem carregar micróbios que causam doenças. Para evitar que elas apareçam, mantenha os sacos de lixo bem fechados, tampe os recipientes com alimentos e vede frestas e ralos. CUPINS Existem dois tipos principais desse inseto que costumam aparecer nas cidades: os que vivem dentro da madeira e os que fazem ninhos debaixo da terra. Nenhum deles é nativo do Brasil. Eles se alimentam de madeira, papel e até de alguns tecidos. Uma única rainha de cupim pode viver décadas e pôr milhares de ovos por dia. Quando formam colônias grandes, podem estragar móveis e até partes da estrutura de uma casa. Os cupins que vivem debaixo da terra costumam causar mais prejuízo, porque conseguem se espalhar para outros lugares. Por isso, não adianta tentar resolver o problema sozinho, o melhor é chamar um profissional. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.