Estudo na Nature Geoscience mostra que tempestades liberam menos gás do oceano para a atmosfera desde os anos 1990. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Clima Ciclones tropicais estão emitindo menos carbono e podem se tornar esponjas de CO₂ até 2035 Estudo na Nature Geoscience mostra que tempestades liberam menos gás do oceano para a atmosfera desde os anos 1990 Lucas Soares 25/05/2026 11:53 Tufão e furacão são tipos de ciclones, fenômenos maiores do que os tornados. Imagem via Zenobillis/Shutterstock Compartilhe: Os ciclones tropicais estão entre os fenômenos meteorológicos mais destrutivos do planeta, mas seu papel no ciclo global do carbono sempre foi controverso: eles ajudam a liberar ou a absorver dióxido de carbono (CO₂) dos oceanos? Agora, uma equipe internacional de pesquisadores conseguiu quantificar essa contribuição pela primeira vez, usando dados diários de fluxo de carbono entre o ar e o mar. A conclusão, publicada na Nature Geoscience, é que os ciclones tropicais atualmente emitem mais carbono do que absorvem — mas essa emissão está caindo rapidamente. E, se as emissões humanas de CO₂ continuarem altas, o papel dos ciclones pode se inverter já por volta de 2035, transformando-os em sumidouros líquidos de carbono, com consequências graves para a acidificação dos oceanos. Os oceanos absorvem atualmente de 20% a 30% do CO₂ emitido pela humanidade. Os ciclones tropicais, com seus ventos intensos, perturbam a camada superior do mar de forma drástica, mas entender seu efeito líquido era difícil devido à escassez de medições diretas durante as tempestades. A nova pesquisa sintetizou observações de várias fontes para construir um conjunto de dados diários do fluxo global de CO₂ na interface ar-mar. Os resultados são claros:. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.