China fará missão em busca de água no polo sul da Lua; lançamento é previsto para este
Robótica, Change-7 marca início dos trabalhos para estabelecimento de estação lunar. A missão será impulsionada ao espaço por um foguete Longa Marcha 5, partindo do Centro de Lançamento de Satélites de Wenchang, na ilha Hainan, e colocada diretamente em uma injeção translunar, com inserção orbital na Lua em cinco dias. Depois disso, o conjunto pode operar por meses em órbita antes da realização do pouso, que ainda não tem data exata para ocorrer. A escalada de complexidade das missões chinesas impressiona. Chang'e-1 e 2 (2007 e 2010) foram apenas orbitadores. A Chang'e-3 (2013) realizou a primeira alunissagem robótica chinesa (tornando o país o terceiro a realizar a façanha, depois de Rússia e Estados Unidos ) e contou com o rover Yutu. A missão seguinte, Chang'e-4 (2019), realizaria um feito inédito, o primeiro pouso da história no hemisfério afastado da Lua, que não é visível diretamente a partir da Terra. A Chang'e-5 (2020) realizou um retorno automatizado de amostras, o primeiro desde a soviética Luna-24, em 1974, além da primeira acoplagem orbital lunar robótica –antes disso, só as missões tripuladas Apollo haviam feito algo similar. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo