China defende reforma da ONU e diz que não permitirá que
Documento condena a hegemonia e o unilateralismo e faz frente às ações americanas. O documento afirma que o mundo vive um momento de crises inéditas, marcado por tensões geopolíticas e desigualdades econômicas, e ressalta a importância de dar mais voz ao chamado "Sul Global" e de estabelecer normas para setores emergentes, como de inteligência artificial. "Não é uma questão de se o escolhemos ou não, o multilateralismo é o único caminho viável a seguir", diz o texto, publicado na manhã desta quarta-feira (17), no horário local, noite de terça-feira (16), em Brasília. A nova publicação não cita os Estados Unidos nominalmente, mas é lançada em um contexto em que a China tem se colocado como pivô diplomático e buscado atrair aliados para conter as ações do presidente americano Donald Trump, que impôs tarifas unilaterais a diversas nações e foi protagonista de operações militares, como a invasão do Irã e a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Brasil. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo