OUTRO LADO: OpenAI diz que está focada em garantir respostas cuidadosas, com a orientação de especialistas. A análise é liderada pelo pesquisador Jared Moore, da Universidade Stanford, e também reúne cientistas de outras instituições, como Harvard, a Universidade de Chicago e Carnegie Mellon. A pesquisa foi aceita e será apresentada no fim deste mês na FAccT (Conference on Fairness, Accountability, and Transparency), uma das principais conferências acadêmicas dedicadas aos impactos sociais, éticos e políticos da inteligência artificial. O estudo, que passou por revisão por pares, é a maior análise até agora feita a partir de uma base de dados de mensagens reais de usuários que relataram danos psicológicos relacionados à interação com chatbots, 19 pessoas ao todo. São quase 400 mil mensagens, em um total de quase 5.000 conversas —mais de 80% dos casos envolveram o ChatGPT, da OpenAI. A coleta de dados foi realizada pelos autores entre setembro de 2025 e janeiro de 2026. Até então, as pesquisas em geral tratavam da análise de casos específicos ou faziam simulações de delírios psicóticos para avaliar como os robôs reagiriam. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.