‘Céus abertos’ entre países da América do Sul começa em um ano; veja o que muda
Até lá, grupo vai analisar as regras vigentes entre as nações, como normas de segurança, certificação de aeronaves e legislação trabalhista. Aviões das companhias aéreas Gol e Azul são fotografados no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, Brasil, em 17 de janeiro de 2025. REUTERS/Ricardo Moraes Publicidade. O Brasil começa a dar os primeiros passos para uma política de céus abertos entre os países da América do Sul. Empresas aéreas brasileiras, de Argentina, Paraguai, Chile e Uruguai terão mais liberdade para fazer voos internacionais entre essas nações e também ficará mais simples as rotas dentro do país. Uma companhia aérea argentina poderá, por exemplo, fazer a rota entre o Brasil e o Paraguai sem precisar passar pela Argentina, explicou o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, em entrevista ao GLOBO. Isso deve começar a valer em um ano. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney