Recuperações judiciais crescem 20,4% em 12 meses, mas setor tem 686 empresas falidas. Nesta segunda-feira (17) a notícia sobre a recuperação judicial da Casas Bahia ( BHIA3 ) agitou o mercado e chamou atenção para o avanço das recuperações judiciais no varejo brasileiro, que até o fim do primeiro semestre de 2026 já contabilizava 986 empresas em recuperação judicial no país. Isso representa um aumento de 20,4% em relação a junho do ano passado e totaliza um crescimento de 6,6% nos primeiros seis meses deste ano, segundo levantamento do Monitor RGF-BIZDOC, elaborado a partir de dados da Receita Federal. À primeira vista, os números poderiam sugerir uma deterioração acelerada da saúde financeira do comércio, mas o estudo da RGF mostra que a fotografia é mais complexa. O varejo possui a menor densidade de recuperações judiciais entre os grandes setores da economia, com 0,16 caso por mil empresas ativas, metade da média nacional, de 0,30 por mil. Além disso, seu crescimento em 12 meses, de 20,4%, ficou praticamente em linha com os 21,2% registrados no conjunto do país. Leia também: Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial com dívidas de R$ 17,3 bilhões. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.