Para especialistas, manter a imagem de candidato competitivo é decisivo para atrair apoios políticos e evitar o isolamento da campanha. A disputa presidencial de 2026 não deve ser movida apenas pelas pesquisas de intenção de voto. A avaliação foi feita por especialistas ouvidos no Mapa de Risco, programa de política do InfoMoney, desta sexta-feira (26). Para eles, existe um ativo menos visível, mas igualmente importante, baseado na percepção de viabilidade da candidatura. No caso de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), esse fator ganhou ainda mais relevância após o desgaste provocado pelo caso Banco Master e pela crise pública com Michelle Bolsonaro. Na avaliação dos analistas, o maior risco para o senador não é apenas perder alguns pontos nas pesquisas, mas permitir que aliados passem a duvidar de sua capacidade de vencer a eleição. “O Flávio depende muito da perspectiva de poder. Política é muito movida por isso. Ninguém quer apostar no cavalo perdedor. Quando surge a percepção de que um candidato pode não chegar ao segundo turno ou perder competitividade, fica muito mais difícil construir alianças, atrair apoios e manter as pessoas engajadas na campanha”, afirmou o cientista político Leonardo Barreto durante o programa. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.