Câmara acelera projeto que criminaliza a misoginia apesar de resistência da bancada cristã
Texto ainda passará por modificações antes da votação do mérito, que deve ser antes do recesso. 1º.jul.2026 às 18h34 Diminuir fonte Aumentar fonte Laura Scofield Brasília A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) a tramitação em urgência do projeto de lei que inclui a misoginia entre os crimes de racismo, apesar da resistência da bancada cristã e da oposição. O projeto foi aprovado pelo Senado por unanimidade em março, mas gerou controvérsia desde que chegou à Câmara, com forte oposição bolsonarista. O grupo defende, por exemplo, que a proposta cite a proteção à liberdade religiosa, direito fundamental garantido pela Constituição Federal, e proteja o discurso de que a mulher deve ser submissa ao marido. A bancada evangélica e a oposição foram contrárias à aprovação da urgência. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo