Dom Pedro Tiago havia conseguido na Justiça o direito de retornar ao imóvel onde afirma morar desde que nasceu. A disputa dentro da própria Família Imperial brasileira ganhou mais um capítulo. O Tribunal de Justiça do Rio suspendeu a decisão que havia permitido a Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança voltar ao Palácio do Grão-Pará, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. O imóvel, onde o príncipe afirma morar desde que nasceu, pertence à Companhia Imobiliária de Petrópolis, que tem entre seus sócios o pai dele, Pedro Carlos de Orléans e Bragança, e os tios Afonso e Francisco de Orléans e Bragança. A decisão mais recente, de 16 de julho, determinou a suspensão dos efeitos da liminar que havia garantido a Dom Pedro Tiago a reintegração de posse do palácio. Com a mudança, a Justiça de Petrópolis determinou o cumprimento da decisão do tribunal e a expedição de um novo mandado de reintegração de posse, agora em favor da Companhia Imobiliária de Petrópolis. A disputa ganhou força depois de um episódio ocorrido em junho. No dia 9, Dom Pedro Tiago saiu do palácio para fazer exercícios e, ao retornar, teria sido impedido de entrar por seguranças que alegavam estar a serviço da companhia. O príncipe teria conseguido contornar a construção e entrar, mas teria ficado encastelado, ocasião em que temeu pela sua segurança. Segundo consta no processo, a Polícia Militar foi acionada pelos seguranças. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.