Como você se movimenta, e não apenas com que frequência, pode afetar o risco de demência
Análise reúne 74 estudos e acompanha participantes por uma década. Há anos os cientistas sabem que a atividade física regular pode ajudar a reduzir o risco de demência. Mas um novo estudo, com pesquisadores do Brasil, Estados Unidos e Finlândia e capitaneado pela USC (University of Southern California), sugere que não é apenas a quantidade, mas também o contexto da atividade — se realizada no trabalho ou no lazer — faz diferença. Realizamos uma metanálise com mais de 4,2 milhões de pessoas e constatamos que o exercício praticado no tempo livre — atividades como caminhar, pedalar, correr, nadar ou praticar esportes — está associado a um risco substancialmente menor de demência. Em contraste, a atividade física realizada como parte do trabalho parece estar associada a um risco maior de desenvolver a doença. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo