Petrobras quer dar prazo sem aumentar sua exposição à petroquímica, mas credores resistem e pressionam por conversão de dívida em ações nos próximos 90 dias. Mercados Tecnologia Empresas ESG Entrar Empresas Braskem ganha tempo com recuperação extrajudicial. Agora, alguém terá de ceder Petrobras quer dar prazo sem aumentar sua exposição à petroquímica, mas credores resistem e pressionam por conversão de dívida em ações nos próximos 90 dias. A recuperação extrajudicial da Braskem levou para dentro de um processo formal uma negociação que já vinha sendo conduzida havia meses entre a companhia e seus principais credores. O acordo obtido até agora foi suficiente para dar início ao processo e abrir uma janela de 90 dias para as conversas, mas deixou para a próxima etapa a parte mais difícil: convencer mais credores a aderir e definir como será dividida a conta de uma reestruturação de uma companhia com cerca de R$ 50 bilhões em dívidas. Nos bastidores, a discussão passa menos pela necessidade de reestruturar a Braskem e mais pelo formato. Petrobras e IG4 Capital, os dois acionistas com peso nas conversas, querem preservar suas participações sem aumentar de forma relevante a exposição à petroquímica. Os bondholders, que concentram cerca de 70% da dívida, olham para a capacidade de pagamento da empresa e resistem a uma solução que se limite a empurrar os vencimentos para frente. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.