Consumidores aprovam a IA como “copiloto financeiro”, mas resistem a delegar integralmente decisões sobre gastos, crédito e investimentos. O brasileiro sempre foi aberto à adoção de novas tecnologias e já utiliza a inteligência artificial (IA) para organizar as finanças, antecipar necessidades e automatizar tarefas. Mas definitivamente não quer deixar nas mãos da tecnologia a palavra final sobre o próprio dinheiro. Essa é a principal conclusão do estudo “A Interface Invisível”, da consultoria de inovação ilegra, que investigou como usuários de serviços financeiros lidam com o avanço da automação e do Open Finance. A pesquisa aponta para um consumidor interessado em conveniência, mas que estabelece uma fronteira clara sobre até onde a tecnologia pode atuar de forma autônoma. Além disso, os usuários exigem cada vez mais transparência, controle e capacidade de supervisão das decisões tomadas por sistemas automatizados. Leia também: Com o banco na palma da mão, 78% das operações financeiras já são feitas por celular. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.