Presidente da Federação Mundial de Obesidade vê urgência em acordo entre SUS, Anvisa e laboratórios. Diante do uso crescente de canetas emagrecedoras e dos bons resultados de alguns desses medicamentos, ele afirma que é urgente uma discussão séria sobre maneiras de ampliar o acesso. "Isso inclui discutir com as indústrias farmacêuticas formas de o custo ser reduzido", diz, em entrevista à Folha. Halpern afirma, contudo, que oferecer medicamento não deve ser a única medida. É necessário ter médicos que saibam prescrevê-lo, acompanhem os pacientes no longo prazo e avaliem efeitos colaterais e a eficácia. O especialista assumiu a presidência da federação no último dia 17 de julho, em sucessão ao pesquisador mexicano Simón Barquera. À frente da entidade, diz querer levar educação em saúde a mais profissionais. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.