Relatório vai detalhar estágio atual de conformidade às regras da União Europeia, segundo Luis Rua. Ele diz que o governo enviou informações sobre o tema aos europeus em outubro do ano passado e vinha cobrando uma respost, sem sucesso. "A resposta parece ter vindo ontem, da forma como veio", afirmou o secretário durante evento da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo). A decisão da União Europeia de retirar o Brasil da lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antibióticos inabilita os produtores nacionais a exportar carne bovina, suína, de frango, mel, ovos e pescado para o bloco econômico a partir de setembro e pode custar aos exportadores US$ 2 bilhões (cerca de R$ 9,8 bilhões) em vendas. A carne é o produto mais afetado. Questionado sobre as medidas editadas em abril deste ano pelo Mapa que proibiam o uso de antibióticos humanos e para crescimento nos rebanhos –como pede a União Europeia–, mas permitiam o uso de estoques remanescentes até outubro, o secretário admitiu que o governo federal sabe das exigências dos europeus desde 2024, mas rejeitou que tenha havido demora do ministério em se adequar às exigências. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.