Brasil é exemplo de como redes sociais são "drogas", diz Thomas Friedman
Colunista do New York Times disse no Fórum de Lisboa que plataformas digitais trocaram informação por indignação e citou o país ao falar sobre o colapso da confiança democrática. LISBOA – O jornalista Thomas Friedman, colunista do New York Times e três vezes vencedor do Prêmio Pulitzer, citou nesta terça-feira (2) o Brasil como exemplo de polarização política extremo, num argumento mais amplo sobre o papel das redes sociais, consideradas por ele como drogas, na destruição das bases da democracia. Para ele, a democracia se sustenta em dois pilares: verdade e confiança. Sem saber o que é verdadeiro, uma sociedade perde a direção e, sem confiança, perde a capacidade de agir coletivamente. Segundo ele, as redes sociais atacam os dois ao mesmo tempo. “As redes sociais são inimigas da verdade e da confiança. O Facebook não está no negócio de notícias. O Twitter não está no negócio de notícias. O modelo de negócio deles não é te informar, é te provocar. Provocar para que você fique na plataforma, e a melhor forma de te provocar é causar raiva”, afirmou Friedman durante sua participação no Fórum Jurídico de Lisboa. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: InfoMoney