Queda de 30% no mercado de ações poderia retrair consumo em US$ 700 bilhões e causar recessão. Os principais índices de ações têm batido recorde atrás de recorde nos últimos anos, impulsionados pelo apetite aparentemente ilimitado dos investidores por qualquer coisa ligada à inteligência artificial. O valor total do mercado de ações dos Estados Unidos mais que dobrou na última década, ultrapassando US$ 75 trilhões (R$ 379,1 tri), cerca de 2,5 vezes a produção anual de toda a economia americana —uma proporção recorde. Grande parte desse valor existe apenas no papel, apostas em lucros futuros que podem ou não se concretizar nos próximos anos. Mas o boom está sustentando atividade econômica real hoje, injetando trilhões de dólares de investimento em fábricas de semicondutores, data centers, usinas de energia e linhas de transmissão. E a riqueza que isso está criando ajuda a impulsionar o consumo, especialmente entre americanos mais abastados, cujas carteiras de ações em alta os tornam mais suscetíveis a gastar em férias de luxo, eletrônicos caros e refeições em restaurantes sofisticados. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.