Guerra no Irã, juros elevados por mais tempo, questões fiscais no Brasil e ano eleitoral impactaram o Ibovespa. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Invest BTG Insights Guia de Investimentos Invest Opina Invest Pro Mercados Minhas Finanças Onde Investir Home Invest Mercados Bolsa no segundo semestre: ainda dá para sonhar com os 200 mil pontos? Guerra no Irã, juros elevados por mais tempo, questões fiscais no Brasil e ano eleitoral impactaram o Ibovespa Ibovespa: cenário eleitoral ainda está parcialmente precificado (Germano Lüders/Exame). Em meio a Selic alta, é difícil imaginar uma guinada na renda variável. Mas foi exatamente isso que aconteceu até abril deste ano — o Ibovespa esbarrou nos 200 mil pontos. Não foi um único fator isolado que impulsionou o principal índice de referência da B3 e, sim, um conjuto de vetores. Todos eles, somados, resultaram numa forte entrada de capital estrangeiro por aqui. Em janeiro, houve uma explosão de montantes gringos: R$ 26,31 bilhões. Entretanto, na sequência, a entrada desses valores diminuiu, até que em maio e junho a captação líquida ficou negativa. Não foi o suficiente para que o ano ficasse no vermelho — sem considerar IPOs e follow-ons, até 22 de junho, o Brasil atraiu R$ 35,17 bilhões de capital estrangeiro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.