"Estamos observando uma maior fragmentação global e vemos países como o Brasil sendo capazes de aproveitar seu tamanho e sua relevância", disse o estrategista-chefe da gestora. Axel Christensen, estrategista-chefe da BlackRock para América Latina. Foto: Divulgação Publicidade. A BlackRock cortou a ⁠recomendação para as ações de mercados emergentes de “ overweight ” para neutra, mas manteve a preferência pela ⁠América Latina e, de acordo com o estrategista-chefe da gestora para a região, Axel Christensen, o Brasil tem ‌um papel estratégico. “A combinação do papel-chave do Brasil em algumas megaforças, como inteligência artificial, transição energética e a reorganização geopolítica global, que abre espaço para economias de porte médio alavancarem suas vantagens, deve manter o Brasil em destaque no radar ‌dos investidores”, afirmou Christensen a jornalistas nesta quinta-feira (2) ao comentar o relatório da casa ‘2026 Midyear Global Outlook’. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.