Biobanco em Curitiba reúne 30 mil amostras de tumores e cultiva alguns deles
Estrutura do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe permite estudos sobre cânceres em crianças. O Biobanco do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (IPP) funciona desde 2015. O local, segundo sua administração, reúne uma das maiores coleções de tumores pediátricos destinadas à pesquisa do mundo. Ali, uma equipe de 15 pesquisadores (entre pós-doutores, doutores, mestres e técnicos de nível superior) recebe, cataloga e processa tecidos e líquidos tumorais provenientes de pacientes atendidos no Hospital Pequeno Príncipe, do outro lado da rua Desembargador Motta, uma referência em atendimento infantil. O biobanco, iniciativa do médico pernambucano Bonald Cavalcante de Figueiredo, 69, é o único no país usado exclusivamente para amostras pediátricas, e é intimamente ligado ao hospital filantrópico que atende crianças e adolescentes de média e alta complexidade. "Começou muito pequeno e foi se expandindo. Hoje temos capacidade para 200 mil amostras", diz o especialista em oncogenética. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Brasil. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo