Bandeira pré-revolução e protestos marcam chegada do 2º jogo do Irã na Copa
Torcedores persas dizem querer entrar no estádio com bandeira vetada pela Fifa. Entre eles estava Ladan Rostern, 53, que segurava um dos cartazes e dizia não ter qualquer intenção de entrar no estádio. Para ela, comparecer à partida significaria apoiar um governo que rejeita. "Não vou ao jogo porque não quero apoiar a seleção do governo. Algumas pessoas podem ir, mas eu não quero, de forma alguma, apoiar um governo que mata pessoas inocentes no Irã", afirmou. Rostern também criticou a Fifa por restringir a presença da antiga bandeira iraniana nos estádios. "Estamos mostrando algo sobre o qual a Fifa permanece em silêncio. Este é um país livre e o princípio fundamental aqui é a liberdade de expressão. Buscamos apoio, mas a Fifa não nos dá esse apoio", disse. A poucos metros dali, porém, o cenário era diferente. Enquanto manifestantes exibiam a bandeira pré-revolução, outros torcedores vestiam a camisa oficial da seleção iraniana, estampada com a bandeira adotada após a Revolução Islâmica. Em ao menos um momento, a reportagem presenciou uma discussão entre manifestantes e torcedores vestidos com a camisa oficial motivada por divergências políticas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo