Preço do combustível pressionou companhia a cortar rotas e reduzir frequências. "Até agora nós cortamos mais ou menos 5% da nossa capacidade. E, se você pega uma empresa do nosso tamanho, isso vai refletir em milhões de passageiros ao longo de um ano. A gente espera que esta guerra se resolva logo", afirma o executivo à reportagem. "[O corte] É internacional, regional e para cidades grandes também. Curitiba-São Paulo não tem o mesmo número de frequências que tinha antes. Tem que cortar geral.". De acordo com Rodgerson, a empresa tem seguido duas estratégias: ajuste de malha, com redução de rotas, e diminuição no número de frequências. "Acho que nenhuma empresa aérea do mundo tem capacidade para repassar tudo isso [aumento dos custos] para o cliente. Todo mundo vai ficar um pouco menos rentável neste ano por causa da guerra.". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.