Quase 30% das complicações graves ocorrem após o parto, não durante a gestação. Comorbidades maternas graves são aquelas que resultam em altas taxas de mortalidade, internação ou mesmo incapacidade. Com impacto físico, psicológico e social que pode se estender por anos, elas exigem estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento precoces. A OMS (Organização Mundial da Saúde ) define essa fase como o período de até 42 dias após o parto e tem diretrizes para os cuidados nas primeiras seis semanas. "Sabe-se que eventos graves continuam ocorrendo após o parto e o artigo mede isso com clareza, apontando a sepse como a principal causa de morbidade", afirma a ginecologista e obstetra Fernanda Sawaguchi Faig, do Einstein Hospital Israelita. "O resultado dá peso epidemiológico a algo que nossa prática já sugere, que boa parte do risco está no pré e pós-parto e não apenas na sala de parto.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.