Embora grandes impactos sejam raros, uma rede internacional monitora objetos próximos da Terra para identificar riscos e proteger o planeta. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Astronomia Ciência e Espaço Asteroides ameaçam a Terra? Entenda como cientistas monitoram rochas espaciais Embora grandes impactos sejam raros, uma rede internacional monitora objetos próximos da Terra para identificar riscos e proteger o planeta Matheus Labourdette, editado por Flavia Correia 02/07/2026 17:52 Imagem conceitual de asteroides próximos da Terra. - Crédito: buradaki - Shutterstock Compartilhe: Asteroides cruzam a órbita da Terra o tempo todo. Alguns passam a milhões de quilômetros de distância, enquanto outros chegam relativamente perto do planeta. Embora nenhuma dessas aproximações represente risco imediato, elas levantam uma pergunta que desperta a curiosidade de cientistas e do público: como sabemos quando uma rocha espacial pode se tornar uma ameaça?. No programa Olhar Espacial desta sexta-feira (26), o tema ganha destaque ao explorar como funciona a Defesa Planetária, área da astronomia dedicada à descoberta, monitoramento e análise de asteroides próximos da Terra. O convidado é o físico, engenheiro e astrônomo amador Cristóvão Jacques, fundador do Observatório SONEAR, em Caeté (MG), responsável pela descoberta de dezenas desses objetos. Embora muita gente associe essa missão exclusivamente à NASA, a realidade é bem diferente. A vigilância dos chamados asteroides potencialmente perigosos depende de uma ampla colaboração internacional que reúne universidades, centros de pesquisa, agências espaciais e cientistas cidadãos espalhados pelo mundo. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.