As mentiras que alimentam ataques contra profissionais de saúde que combatem o ebola
Alegações falsas sobre o ebola estão ligadas a ataques a centros de tratamento, agressões a profissionais de saúde e interrupções de sepultamentos. O jovem de 27 anos e seus colegas tentavam realizar um enterro seguro em um cemitério em Bunia, no leste da República Democrática do Congo, no mês passado, quando foram atacados. O ataque foi motivado por boatos —que circulavam localmente e online— de que o caixão estava vazio. Algumas pessoas na multidão disseram: "Não, o ebola não existe", disse Welo à BBC Verify —o serviço de checagem de dados da BBC—, acrescentando que outros acreditavam que a equipe da Cruz Vermelha estava lá apenas "para arrecadar dinheiro". O ataque é um entre vários incidentes ligados à desinformação durante o mais recente surto de ebola, que infectou mais de 1.750 pessoas e matou 600 na República Democrática do Congo desde meados de maio, de acordo com dados do governo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo