Um dos maiores nomes em inteligência artificial hoje, o Google está projetando um novo chip que promete transformar o processamento de IA. Batizado internamente. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Marcelo Fischer/Canaltech Um dos maiores nomes em inteligência artificial hoje, o Google está projetando um novo chip que promete transformar o processamento de IA. Batizado internamente de "Frozen v2", o projeto busca i ntegrar a própria arquitetura neural do modelo Gemini diretamente no hardware, em vez de tratá-lo como um software executado na memória de um processador como costuma acontecer. Segundo reportagem do portal The Information, essa abordagem de "congelar" a estrutura do modelo no silício pode tornar a execução do Gemini de 6 a 10 vezes mais eficiente em consumo energético por token gerado, em comparação com as gerações atuais de TPUs (Tensor Processing Units) da empresa. Nos processadores tradicionais, o modelo de IA fica na memória e os dados transitam constantemente entre os componentes, o que consome tempo e muita energia. No Frozen v2, a arquitetura do Gemini fica gravada nos circuitos de forma fixa. Embora os engenheiros ainda consigam atualizar o aprendizado do modelo, a estrutura base do chip não muda. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.