Após anúncio de acordo de paz, Israel diz que manterá tropas no Líbano
Entendimento para fim do conflito foi criticado por integrantes do governo Netanyahu e por líderes da oposição. O Líbano foi arrastado para a guerra quando o Hezbollah, grupo extremista aliado de Teerã, atacou Israel em apoio ao Irã. Tel Aviv lançou uma ofensiva contra o país vizinho e passou a ocupar o sul libanês, deslocando ao menos um milhão de pessoas. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou a manutenção do controle territorial é uma das principais conquistas da campanha militar. Ele afirmou que os moradores serão obrigados a desocupar as zonas e que Tel Aviv destruirá toda a infraestrutura do Hezbollah. Casas usadas como postos de ataque também serão demolidas. Katz ainda advertiu que o país responderá com "força total" caso Teerã ataque Israel em reação à campanha militar israelense no território libanês. "Não abriremos mão do interesse supremo de segurança de Israel e da proteção de nossos cidadãos, e não nos retiraremos das zonas de segurança", afirmou. Segundo ele, o premiê Netanyahu informou Trump sobre as condições de Tel Aviv. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo