Medicamento agora pode ser usado após quimioterapia e cirurgia em casos com doença residual. Agora ele também pode ser usado por pacientes que fizeram quimioterapia e cirurgia, mas ainda têm células cancerígenas no tecido retirado e apresentam a proteína HER2, que faz as células se multiplicarem mais rápido. Um exame mede essa proteína no tumor e, quando o resultado dá positivo, o câncer é classificado como HER2-positivo. Quem está nesse grupo tem mais chances de o câncer voltar e progredir para metástase. Segundo a Anvisa, até 25% dessas pacientes podem ter recidiva em até dez anos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.