Especialista explica quando a antecipação pode ser boa ou não. Com a aproximação do final da temporada de entrega de declaração e início dos pagamentos dos primeiros lotes de restituição do Imposto de Renda, muitos bancos já estão oferecendo a antecipação do valor como solução rápida para quem precisa de dinheiro imediato. A promessa é simples: o contribuinte recebe agora o valor que teria direito a receber da Receita Federal e quita a operação quando a restituição for liberada. O InfoMoney foi ouvir um especialista no assunto, que nos disse que a conveniência tem preço, e ele nem sempre é pequeno. Isso porque, na prática, a antecipação da restituição funciona como uma operação de crédito tradicional, com cobrança de juros e riscos que muitos consumidores ignoram. “Essa antecipação é, essencialmente, um empréstimo”, resume Guilherme Casagrande, educador financeiro da Creditas. Segundo ele, as taxas costumam variar entre 1% e 2,5% ao mês, o que equivale a algo entre 12% e 34% ao ano, dependendo da instituição financeira e do perfil do cliente. Ou seja: está longe de ser um dinheiro barato. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.