Análise: Irã desafia pressão dos EUA e prolonga impasse — mas quem cede primeiro?
Há semanas, não há avanços diplomáticos, mas também não há combates em grande escala, já que ambos os lados parecem acreditar que conseguem resistir por mais tempo do que o. ISTAMBUL — Eles não estão negociando seriamente, nem trocando tiros entre si. Em vez disso, Irã e Estados Unidos entraram em um estado incômodo de indefinição, que corre o risco de resultar tanto na retomada dos combates quanto no aprofundamento de um impasse. No centro dessa situação sem resolução estão os cálculos, ou talvez erros de cálculo, de ambos os lados. Autoridades iranianas acreditam que têm mais a ganhar resistindo à pressão econômica dos EUA e mantendo o controle sobre o Estreito de Ormuz do que fazendo grandes concessões em um acordo negociado, afirmam analistas. Já os Estados Unidos parecem apostar que apertar ainda mais o cerco econômico ao Irã terá sucesso onde os ataques militares falharam. Na quarta-feira, o presidente Donald Trump prometeu impor “enormes consequências econômicas” aos países que fizerem negócios com o Irã. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney