Para liderar os pagamentos agênticos, o país precisa ir além de Pix e Open Finance: deve construir uma infraestrutura capaz de provar o que um agente pode fazer — e por quê. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Bússola Um conteúdo Bússola Home Bússola Opinião: Depois do Pix, Brasil pode liderar pagamentos por agentes de IA Para liderar os pagamentos agênticos, o país precisa ir além de Pix e Open Finance: deve construir uma infraestrutura capaz de provar o que um agente pode fazer — e por quê Pix e Open Finance dão ao Brasil uma base para pagamentos agênticos, mas confiança dependerá de mandato, auditoria e regras explicáveis (Pixabay/Shutterstock). O debate sobre pagamentos agênticos costuma começar pela pergunta errada: quando a inteligência artificial vai pagar nossas contas? A resposta é: ela já começa a fazer isso. A questão relevante não é se um agente será capaz de pesquisar, escolher e concluir uma compra. É quem vai garantir que ele agiu dentro do que foi autorizado, sob qual regra, com base em que informação — e quem responderá quando algo der errado. Nesse ponto, o Brasil tem uma oportunidade incomum. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.