Pressão econômica, ajuda financeira a aliados e ameaça de ataques fazem região mudar políticas internas. Desde que voltou ao poder, no início de 2025, o republicano tornou a América Latina prioridade nas relações internacionais. Ele o fez com diferentes estratégias: pressão econômica contra adversários, pacote de ajuda financeira a aliados e até mesmo ameaça de ataques —o que se concretizou em janeiro deste ano na Venezuela, a primeira ação militar direta dos EUA na América do Sul. Se as intenções do presidente americano não estavam claras antes, ficaram com a publicação da Estratégia de Segurança Nacional, no último novembro. "Após anos de negligência, os EUA reafirmarão e farão cumprir a Doutrina Monroe para restaurar a preeminência americana no Hemisfério Ocidental", afirmou a Casa Branca no documento, citando a política do século 19 que guiou a agenda internacional de Washington pela maior parte do tempo desde então e que se resume com a frase "América para os americanos". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.