Aluguel sobe quase 6% até julho e continua bem acima da inflação, mostra FipeZap
Preços acumulam alta de 5,97% em 2026, ante 3,44% do IPCA; em 12 meses, avanço chega a 9,28%, mais que o dobro da inflação. Enquanto os juros afastam as pessoas da casa própria, morar de aluguel também não está fácil e continua pesando no bolso do brasileiro, com avanço maior do que a inflação no país. Só nos primeiros sete meses de 2026, os preços anunciados para novos contratos residenciais subiram 5,97%, quase o dobro dos 3,44% acumulados pelo IPCA no mesmo período. Em 12 meses, essa diferença é ainda mais gritante, com a inflação oficial avançando 4,44% comparado ao aumento de 9,28% dos aluguéis. Os números fazem parte do Índice FipeZap de Locação Residencial de julho, elaborado a partir de anúncios de apartamentos prontos para locação em 36 cidades, sendo 22 capitais. Vale frisar que o indicador acompanha preços pedidos em novos contratos, e não os reajustes aplicados aos aluguéis já vigentes. Somente em julho, os preços avançaram 0,70%, desacelerando ligeiramente diante dos 0,81% registrados em junho. Mesmo com a perda de ritmo, o aumento mensal ficou dez vezes acima da inflação medida pelo IPCA, de 0,07%. O IGP-M, conhecido como índice do aluguel por ser tradicionalmente usado como referência em contratos imobiliários, caiu 1,16% no mês. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney