Decisão envolve uma das 157 vítimas da queda do 737 MAX da Ethiopian Airlines. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. Boeing somou 284 pedidos entre janeiro e abril, o melhor resultado para o período desde 2014 (Reprodução/Boeing) A Boeing foi condenada por um júri nos Estados Unidos a pagar US$ 29 milhões, cerca de R$ 150 milhões, à família do engenheiro irlandês Michael “Mick” Ryan, funcionário da Organização das Nações Unidas que morreu no acidente com um Boeing 737 MAX 8 da Ethiopian Airlines, em março de 2019. Ryan estava entre as 157 pessoas que perderam a vida na queda do voo ET302, uma das duas tragédias que colocaram o modelo no centro de uma das maiores crises da história recente da aviação comercial. A decisão foi anunciada por um porta-voz do tribunal na quarta-feira, 13 de agosto. O processo foi movido pela família de Ryan, que trabalhava para o Programa Mundial de Alimentos, órgão ligado à ONU. O engenheiro era pai de dois filhos e fazia parte do grupo de 21 funcionários das Nações Unidas que morreram na tragédia. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.