Alocação em ações cresce no Brasil após correção da Bolsa, aponta pesquisa
Segundo levantamento da XP junto a sua rede de assessores, no entanto, as estimativas para o Ibovespa ao final de 2026 foram revisadas para baixo, caindo de 196 mil para 191 mil. Investidores aumentaram a alocação em acões após a correção da Bolsa, que opera 11% abaixo da máxima histórica registrada em abril. Este é o principal achado da mais recente pesquisa realizada com assessores e consultores vinculados à XP. No entanto, o apetite para continuar comprando diminuiu drasticamente. Segundo o levantamento, que contou com 106 respondentes, houve migração dos clientes para faixas mais altas de exposição ao mercado acionário. A parcela de respondentes com apenas zero a 10% da carteira em ações caiu para 36%. Em contrapartida, o grupo com alocação entre 10% e 25% subiu para 45%. Nas fatias de maior risco, também houve uma rotação, com investidores movendo recursos da faixa de 25% a 50% para a faixa de 50% a 100% de alocação. Leia também: Dividendos em promoção: correção da Bolsa abre oportunidade em “vacas leiteiras”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney