Estratégia busca reduzir tempo de exposição do futuro indicado antes do registro das candidaturas, mas amplia irritação no partido às vésperas das convenções. O senador Flávio Bolsonaro usa o celular ao chegar para a cerimônia de posse de Kassio Nunes (fora da foto) como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, 12 de maio de 2026. REUTERS/Adriano Machado/File Photo Publicidade. A poucos dias do início das convenções partidárias, o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou a ser aconselhado por aliados a adiar ao máximo a definição do candidato do partido ao Senado no Rio. A recomendação, segundo interlocutores ouvidos pelo GLOBO, surgiu após a sequência de operações da Polícia Federal que atingiu nomes cotados para compor a chapa no estado e tem como objetivo reduzir o período de exposição do futuro indicado antes do registro oficial das candidaturas. A avaliação é que antecipar o anúncio criaria um risco político desnecessário. Em menos de dois meses, três nomes ligados à montagem da chapa foram atingidos por investigações da Polícia Federal. O primeiro foi o ex-governador do Rio Cláudio Castro (PL), inicialmente escolhido por Flávio para disputar uma das vagas ao Senado. Ele desistiu da candidatura depois de ser declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, posteriormente, virar alvo de uma operação da PF que investigou suspeitas de fraude no setor de combustíveis e de outra que investiga os aportes do RioPrevidência no Banco Master, de Daniel Vorcaro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.