Além dos brindes: como o champanhe vem ganhando espaço no Brasil
Maisons como Krug e Moët & Chandon trazem safras antigas e ediçõs especiais, e o consumidor brasileiro começa a entender o espumante como vinho, e não como gesto. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens 100 MELHORES RESTAURANTES VINHOS TURISMO RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual Além dos brindes: como o champanhe vem ganhando espaço no Brasil Maisons como Krug e Moët & Chandon trazem safras antigas e ediçõs especiais, e o consumidor brasileiro começa a entender o espumante como vinho, e não como gesto Ivan Ralston: TUJU vira embaixada da Krug (Krug/Divulgação). Champanhe sempre foi a bebida do brinde. Abre-se para comemorar um contrato fechado, um aniversário, uma vitória, e a garrafa costuma sumir da mesa assim que o gesto termina. Esse hábito vem de longe: Napoleão abria suas garrafas a cavalo, com a espada, ao fim de cada batalha vencida, e o gesto de celebração ficou colado ao produto desde então. O que está mudando agora, no Brasil, é o depois do brinde. Cada vez mais gente pede a garrafa inteira para o jantar, guarda uma taça para o fim do dia, trata o champanhe como trataria um Borgonha ou um Barolo, prestando atenção em safra, produtor e terroir em vez de só levantar a taça e seguir em frente. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame