O CEO no Brasil, Diego Puerta, detalha a migração para infraestrutura, fala do impacto da demanda por IA nos preços e a vantagem competitiva da manufatura local. A Dell não é mais uma fabricante de computadores. Pelo menos, não apenas isso. Embora a marca seja mundialmente reconhecida pelos PCs que ocupam mesas de trabalho ao redor do globo, a gigante da tecnologia vive uma transformação estratégica profunda, consolidando-se como uma potência em infraestrutura para a era da inteligência artificial. Para Diego Puerta, CEO da Dell no Brasil, essa mudança não é apenas um reposicionamento de marca, mas uma resposta direta às demandas de um mercado que exige cada vez mais capacidade de processamento e dados. “Gostamos de ser lembrados por uma empresa que faz PCs. Mas, hoje, individualmente, a infraestrutura para esse mundo acelerado por IA é o maior negócio que a gente tem”, afirma o executivo. Puerta, que participou ativamente da chegada da Dell ao Brasil há 27 anos e meio — ajudando a estruturar a operação no Rio Grande do Sul —, explica que a empresa não abandonou suas raízes, mas expandiu seu escopo. Segundo ele, a Dell tem se posicionado como o parceiro estratégico para empresas que buscam implementar IA sem os riscos e a latência de depender exclusivamente de nuvens públicas. “No final do dia, o que determina a qualidade dos projetos é a qualidade dos dados. E a solução de IA tem que estar onde os dados estão. Por isso, investir na infraestrutura voltou a ser importante.”, defende. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.