Entenda por que a Selic pode permanecer elevada e quais os impactos para construtoras, crédito imobiliário e compradores de imóveis. 09/06/2026 07:00 Leitura: 6 Minutos Compartilhar Compartilhar Taxa Selic ao redor de 12%, como se previa no início de 2026, fica cada vez mais para trás O Banco Central (BC) decide na semana que vem, no dia 17 de junho, se vai cortar mais uma vez a Selic, referência para as demais taxas de juros. Mas o mercado financeiro acredita, a cada semana que passa, em menos espaço para reduzir os juros no Brasil. Atualmente, a expectativa é que a Selic saia dos atuais 14,5% ao ano para terminar 2026 em 13,5%. Uma semana atrás, previa-se queda para até 13,25% e, no início do ano, redução ainda maior, para 12,25%. Os dados são do Boletim Focus, uma pesquisa semanal do BC com mais de 100 instituições financeiras. Para evitar distorções geradas pelos mais otimistas e pelos mais pessimistas, é calculada a mediana das projeções, uma métrica melhor do que a média para esses casos. Mesmo assim, vale prestar atenção na opinião de quem está fugindo do consenso. Desde a semana passada, instituições financeiras de renome têm divulgado números mais pessimistas sobre a Selic em relação ao que aparece nas pesquisas do BC. Há quem acredite, por exemplo, que o BC deve realizar só mais uma queda e deixar os juros parados, no modo “esperar para ver”, enquanto a guerra no Oriente Médio, fenômenos climáticos, como o super El Niño, e as eleições presidenciais prometem um ano ainda agitado. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.