Companhia aposta fichas em plataforma que seria capaz de colocar banco ou fintech operando com cripto em poucos dias, em meio à pressão sobre o setor para atender os requisitos do. A Parfin está posicionando sua plataforma de infraestrutura para vender a bancos, fintechs e instituições financeiras que precisam se estruturar como Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) até 30 de outubro. A tese comercial é simples. Com a regulação de cripto avançando no Brasil, projetos que eram experimentais terão de virar operação com governança e controle, e a aposta da empresa é que sai mais rápido comprar essa camada do que construí-la internamente. “Com a regulação, instituições que querem operar com ativos digitais precisam transformar projetos que antes eram experimentais em operações com governança, controles e capacidade de escala”, disse Marcos Viriato, cofundador e CEO, em comunicado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.